ETNOTURISMO KAYAPÓ

Os Kayapó autodenominados "Mebêngôkre", vivem em aldeias dispersas ao longo do curso superior dos rios Iriri, Bacajá, Fresco e de outros afluentes do caudaloso rio Xingu, em um território quase tão grande quanto a Áustria.

É praticamente recoberto pela floresta equatorial, com exceção da porção oriental, preenchida por algumas áreas de cerrado e ecossistema de transição, que é o caso da aldeia Kubenkrãkenh, com quem temos esta parceria de etnoturismo.

A aldeia é rodeada de cachoeiras de água pura e quentinha, praias de rio, floresta alta. Além disso a cultura é muito preservada, poucas pessoas falam português e é comum a prática de dança, canto, pintura corporal. 

A nossa proposta é uma imersão na cultura, influenciando menos possível o dia a dia da aldeia. Os Mebêngokrê nos receberão de braços abertos e com muita generosidade em nos ensinar sobre suas vidas, sabedoria e cultura.

Portanto vamos chegar na aldeia devagar, escutando muito e participando de suas vidas com respeito e integridade.

Além disso incentivar práticas de economia da floresta em pé através do turismo é uma forma de apoiar os indígenas a continuarem suas lutas de preservação da floresta e cultura.

Abrimos apenas 4 grupos de até 8 pessoas em 2022 para viver esta experiência. Não perca esta oportunidade!

Esta é uma das "last miles", o "último Avatar" ter esta experiência é um dos maiores presentes da vida, será uma das mais transformadora que você pode vivenciar. Bem vindos.

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SOBRE AS VIVÊNCIAS

Pintura corporal, canto e dança, artesanato, aula de lingua Mebêngôkre, banhos de cachoeira, trilhas, praia de rio. Tudo isso durante uma imersão de 4 dias na aldeia, seguindo o fluxo do dia a dia dos indígenas.

fotos de Roncca, Leo Pelatti e Felipe Ávila, Nazaré Braga
Fotos ilustrativas

QUANDO Ir E COMO CHEGAR 

A época que não chove e é melhor para se banhar nas cachoeiras é entre Junho e Setembro.  A partir de Carajás ou Marabá (Pará) pegamos um vôo particular até a aldeia. A experiência começa ali, sobrevoando durante 1h30 a floresta Amazônica em um distância onde se pode avistar os rios voadores, Ipês amarelos, rios e aldeias.

fotos de Leo Pelatti e Roncca

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